sexta-feira, 17 de junho de 2016

Gianfranco Ferré foi um estilista italiano.

 
Formado em Arquitetura em 1969, Ferré começou sua carreira na moda em 1970 desenhando 
acessórios e depois como designer de sobretudos e impermeáveis de 1972 a 1974.
Giancarlo Ferré foi um Designer de Moda Italiano. Estudou Arquitetura na Escola Politécnica de Milãoformando-se em 1969.
 No início dos anos 70 trabalhou como designer de acessórios abrindo sua companhia ” Baila “ em 1974 e criando sua primeira coleção em 1978.
 Uma de suas características era apresentar primeiro a coleção com os modelos masculinos seguida dos femininos. Foi Diretor Artístico da Cristian Dior em 1989. 
A qualidade dos cortes e acabamentos unida ao uso de tecidos não usuais como os elásticos e a 
utilização das cores brilhantes fizeram a diferença no mundo da moda - ” Não nego a 
feminilidade, mas prefiro o contorno claro das linhas no vestido pois da a mulher uma personagem real e eficiente 
“.Considerado um escultor do design da moda produziu ainda perfumes e acessórios – suas camisas brancas tornaram-se objeto de desejo de 10 entre 10 consumidores além de produzir 
a linha ” Ferré Ferré Underwear “ masculina junto a linha mais jovem e unissex. Ganhou vários prêmios como o ” L`Occhio d´oro “ de melhor Design Italiano por seis vezes nos anos 80 e o ” Dedal de Ouro “ por sua primeira coleção de alta costura para Dior em 1989.
https://pt.wikipedia.org/wiki/Gianfranco_Ferrè

quinta-feira, 16 de junho de 2016

Escritor Ariano Suassuna que neste dia faria 89 anos. Ariano Suassuna -TV Senado Especiais



O otimista é um tolo. O pessimista, um chato. Bom mesmo é ser um realista esperançoso.





Parte do projeto "Ariano Suassuna - Arte como Missão", esta aula-espetáculo do escritor 

Ariano Suassuna foi realizada em defesa da cultura brasileira e da identidade nacional. O 

evento é marcado pela convicção do escritor de que a arte é "missão, vocação e festa".

espetáculo foi gravado na Sala Villa-Lobos do Teatro Nacional, em Brasília, em julho.

Joni Mitchell-Night Ride Home

JUDY COLLINS - "Battle Hymn Of The Republic"

Meu look de hoje



kenzo

200º aniversário do pintor Julius Schrader.

Julius Schrader (1815-1900) Lady on a Balustrade with Rose:
Hoje seria o 200º aniversário do pintor Julius Schrader.
Schrader foi um pintor alemão que frequentou a Academia de Berlim e a Academia de Düsseldorf. 
Ao final da década de 1840, passou a dedicar-se somente a pinturas históricas. Foi professor da 
Academia de Berlim de 1856 a 1892.
https://pt.wikipedia.org/wiki/Julius_Schrade/fonte contemple

Os Mortos,James Joyce via Maria Carolina Maia

O livro, que tem como pretexto abrir uma coleção de clássicos voltados ao — ou pautados pelo — amor, reúne o conto que lhe dá título a outro de Joyce, 

Arábias, ambos tirados da coletânea Dublinenses, e ao monólogo de Molly Bloom no capítulo final em Ulysses. Três textos curtos, que podem ser lidos, cada um, em uma única viagem, sem vertigens nem acidentes. As únicas vertigens que podem surgir aqui são as da boa literatura — que mexe, inquieta o leitor, o faz sentir e pensar.
Em Os Mortos, Joyce conta a história de Gabriel Conroy, que vai a uma festa na casa das tias 

solteironas, duas velhas professoras de música que têm nele o sobrinho preferido, e, já na volta para o hotel, onde pretende pernoitar para evitar uma viagem à noite por estradas cheias de neve, tem uma revelação sobre o passado da esposa, Gretta. A maneira como Conroy reage a essa revelação é que o grande lance do conto. A cena é o ápice da história, e está apenas nas últimas páginas, mas chegar a elas não é nenhum custo. A festa na casa das tias Kate e Julia, com o seu painel dos convidados e do nacionalismo irlandês, é interessante.
Os Mortos é um conto bastante consagrado. 

Mas Arábias, também pelo desfecho, pode agradar tanto ou mais. O conto troca o universo adulto pelo adolescente, acompanhando a história do garoto que se apaixona pela irmã do amigo de rua e faz de tudo para comprar um presente para ela no bazar árabe que a menina queria, mas não poderia visitar.
ilustração David Levine,
Depois de ler esses dois livros, é só mergulhar em um trecho de Ulysses para ver que James Joyce não é nenhum bicho-papão. Em tempo: Dublinenses, a coletânea de contos que reúne Os Mortos e Arábias, foi lançada em 1914, oito anos antes de Ulisses.