Debbie Reynolds morreu aos 84 anos, um dia depois do falecimento da filha, a também atriz Carrie Fisher. Reynolds ficou famosa ao estrelar 'Cantando na Chuva', em 1952, fazendo par romântico com Gene Kelly.
AP O cantor Eddie Fisher foi o primeiro dos três maridos de Debbie Reynolds. Esta foto é de 1955, ano em que eles se casaram. Quatro anos depois, Fisher deixou Reynolds e se casou com a melhor amiga dela, Elizabeth Taylor. Em sua biografia, Reynolds fala sobre a traição do marido e da amiga.AP A atriz fez vários musicais e comédias nos anos 1950 e 1960. Nesta foto, ainda estrela em ascensão, Debbie Reynolds canta para as tropas americanas em Seul, durante a Guerra da Coreia (1950-53).
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Com a filha, Carrie Fisher, nascida em 1956. Mãe e filha superaram desavenças e ficaram unidas até o fim. "Ela disse hoje de manhã que estava muito triste com a perda de Carrie e queria estar com ela novamente", contou o filho Todd. Quinze minutos depois, disse o filho, Reynolds sofreu o derrame fatal.
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Reynolds com os filhos Carrie e Todd Fisher no set de filmagem de 'Say One For Me', na Espanha. O flagrante é de 1959, ano em que a atriz se separou de Eddie Fisher.
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Mãe e filha em 1972. O relacionamento delas nem sempre foi fácil. Carrie Fisher escreveu sobre isso no romance autobiográfico 'Lembranças de Hollywood', em que também fala da sua luta contra as drogas e o transtorno bipolar.
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Debbie Reynolds (dir.) atuou em musicais e comédias durante toda a carreira. Nesta foto, ela faz graça ao lado da cantora e dançarina Ann Miller (esq.) e do comediante Micker Rooney, nos bastidores da peça 'Sugar Babies', em Nova York.
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Debbie Reynolds foi indicada ao Oscar de 1965 por 'A Inconquistável Molly' e, em 2016, recebeu o prêmio humanitário Jean Hersholt, da Academia de Cinema dos EUA. Também foi indicada cinco vezes ao Globo de Ouro (em 1951, 1957, 1965, 1970 e 1997) e uma vez ao Emmy (em 2000). Recebeu ainda diversos prêmios de menor expressão.
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A atriz ganhou uma estrela na Calçada da Fama de Hollywood em 1997.
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Reynolds casou-se três vezes: com
Eddie Fisher,
Harry Karl e
Richard Hamlett. Ela admitiu em várias entrevistas não ter feito boas escolhas amorosas. Nos últimos anos, Debbie e e a filha Carrie estavam sempre juntas
Sucesso de vendas na Suécia, uma história divertida e emocionante sobre como uma única pessoa pode mudar a vida de outras — e ter sua própria vida mudada por elas.
Ove tem cinquenta e nove anos e não gosta muito das pessoas. Afinal, hoje em dia ninguém mais sabe trocar um pneu, escrever à mão ou usar uma chave de fenda.
Ninguém mais quer trabalhar e assumir responsabilidades. Todo mundo é jovem, usa calça justa e só quer saber de internet. Para Ove, uma sociedade em que tudo se resume a computadores e café instantâneo só pode decepcioná-lo.
Como se isso não bastasse, a única pessoa que ele amava faleceu. Sem sua esposa, a vida de Ove perdeu a cor e o sentido. Meses depois, ele toma uma decisão: vai dar fim à própria vida.
No entanto, cada uma de suas tentativas é frustrada por algum vizinho incompetente que precisa de ajuda. Mas, quando uma estranha família se muda para a casa ao lado, Ove aos poucos passa a encarar o mundo de outra forma.
Um romance comovente que mostra como amor e bondade podem ser encontrados nos lugares mais inesperados.
Chore por eles como você chorou por Paris. Chore por eles como você chorou por Nova York. Fale sobre eles. Nosso silêncio está matando-os.
São pessoas, PESSOAS. Eles não são importantes porque são árabes? Porque eles são sírios? Será que sua vida importa menos do que a vida de um francês ou um americano?
Pessoas de Aleppo estão postando suas mensagens de despedida na internet como um massacre final sendo esperado para acontecer a qualquer momento em breve e estamos SILENCIOSOS.
Ficamos em silêncio por mais de cinco anos.
Algumas crianças em Aleppo não conhecem a vida sem guerra.
Imagine viver em uma cidade de ruínas e ter que temer por sua vida a cada instante.
Hospitais, igrejas, casas, restaurantes são bombardeados no cotidiano e centenas são mortos todos os dias.
No entanto, estamos em silêncio. Lembre-se delas. Honre-os.
Nós permitimos que um genocídio em massa acontecesse diante de nossos olhos por anos
A mídia fechou os olhos para isso. Este é um dos maiores genocídios desde o holocausto e o mundo está vendo as pessoas morrerem em silêncio.
Não só morrendo mas também, sendo exterminados, retaliados e estuprados!
Fale sobre Aleppo, por favor.
Por: Hanan Amin Alkaram imagems postadas regina bittencourt retirada google