terça-feira, 9 de dezembro de 2014
Os beijos de John Singer Sargent

"A despeito de ser fraco e tuberculoso - fantasmagórico no seu retrato de John Singer Sargent -, Stevenson viajou muito. Principalmente, viajava por causa da sua saúde, procurando tempo
clemente para aliviar os pulmões infetados, mas também pelo romance da experiência:
Gostava de me erguer e ir
Aonde crescem as maças douradas."
O americano Joh Singer Sargent foi um dos retratistas mais bem-sucedidos de sua geração, tanto que rodínia. Dele que era' o van dyck do tempo'.
Gostava de me erguer e ir
Aonde crescem as maças douradas."

O americano Joh Singer Sargent foi um dos retratistas mais bem-sucedidos de sua geração, tanto que rodínia. Dele que era' o van dyck do tempo'.
Muito possivelmente das obras do pintor, a que mais me agrada é o retrato de Lady deputado agnew of lochnaw, com o que conduzir esta entrada, pela sua modernidade, pelo desenho fada pose.
Do seu protagonista, pelo seu olhar decidida, pela cor e seu cheio frescura.

Certamente não será a abrumadora lady deputado agnew a protagonista da história a contar,propuestos A imaginar, seria uma perfeita protagonista.
Se conta que uma vez, por ocasião de um jantar, john singer sargent se encontrou sentado junto a uma rendida admiradora do seu trabalho, que evidentemente aproveitou a ocasião para expressar quanto ele gostava com suspinturas :

- ah, senhor sargent! Quando vi seu último painel, o bese, por que se parece tanto a si....
E restaurado o beijo? - perguntou o pintor -
- como? Não!
- pois nesse caso - acrescentou sargent esboçar a média sorriso - não se parecia tanto a mi.

O retrato de lady deputado agnew of lochnaw foi pintado ao aceite em 1892 e atualmente se exponeen A Galeria Nacional Escocês
fonte:unapizcadecmha.
segunda-feira, 8 de dezembro de 2014
Florbela Espanca -seus versos admirados em todos os cantos do mundo.
Florbela d'Alma da Conceição Espanca tem hoje seus versos admirados em todos os cantos do mundo, diferentemente do que aconteceu quando ainda viva, época em que foi praticamente ignorada pelos apreciadores da poesia e pelos críticos de então.
http://www.vidaslusofonas.pt/florbela_espanca.htm
Sinais de Maturidade

“A gente não sabe ao certo quando ela chega nem como
ela se instala - talvez porque seja de forma lenta e
quase imperceptível - mas, de repente, a gente se dá
conta da prazerosa sensação da maturidade.

A pessoa madura sente-se mais livre para expressar
pensamentos e sentimentos, dizer a sua verdade calma
e mansamente.Muitas vezes opta por não dizer nada,
ainda que esperem que ela diga, e isto não lhe causa
nenhuma culpa ou constrangimento.
A pessoa madura sente-se contente consigo mesma,
valoriza o longo trajeto já percorrido e verifica que, tanto
as vitórias quanto as derrotas, foram necessárias para o
seu crescimento e plenitude.
Não se desespera quando a vida parece dar uma longa
pausa e aguarda, com serenidade e otimismo, as novas
circunstâncas ainda não configuradas no cenário de sua
existência.

A pessoa madura decididamente não faz tipo e se liberta
de vez da ideia: mas o que vão pensar de mim?
Aprende a distinguir valores essenciais dos valores
supérfluos e descartáveis. Sabe que esta passagem pela
terra é rápida demais para ser desperdiçada com mazelas.
Os sonhos, projetos e ideais de uma pessoa madura são,
quase sempre, exequíveis. Contenta-se com o que tem,
ajusta-se dentro do próprio orçamento, não gasta mais

do que ganha e faz algumas renúncias (de forma serena)
em prol de seu núcleo familiar ou de alguma causa que
resulte no bem comum.
A pessoa madura se despoja dos melindres, se despe
dos preconceitos, deixa de ser reativa para ser pró-ativa.
Aprende a gostar da própra companhia, torna-se a melhor
amiga de si mesma, dando ao próprio "eu" os contornos
do equilíbrio.

Conhece seus pontos fortes e fracos, sabe que não tem
todas as respostas nem é dona da verdade, mas mantém
um código secreto de verdades e valores próprios que lhe
permitem nortear-se, de forma positiva, pelas diversas
circunstâncias da vida.

A pessoa madura não aparenta ser. Ela é! Ela é alguém
que fez um "clean-up", passou o "desfragmentador" no
seu "disco rígido" e deu "del" em centenas de arquivos
inúteis que atravancavam e emperravam o livre fluxo da
própria existência.
Ela é alguém que está em paz consigo mesma.”
(autor desconhecido)
ilustração Re Bittencourt imagens Catrin Welz-Stein
pensamentos e sentimentos, dizer a sua verdade calma
e mansamente.Muitas vezes opta por não dizer nada,
ainda que esperem que ela diga, e isto não lhe causa

nenhuma culpa ou constrangimento.
A pessoa madura sente-se contente consigo mesma,
valoriza o longo trajeto já percorrido e verifica que, tanto
as vitórias quanto as derrotas, foram necessárias para o
seu crescimento e plenitude.
Não se desespera quando a vida parece dar uma longa
pausa e aguarda, com serenidade e otimismo, as novas
circunstâncas ainda não configuradas no cenário de sua
existência.

A pessoa madura decididamente não faz tipo e se liberta
de vez da ideia: mas o que vão pensar de mim?
Aprende a distinguir valores essenciais dos valores
supérfluos e descartáveis. Sabe que esta passagem pela

terra é rápida demais para ser desperdiçada com mazelas.
Os sonhos, projetos e ideais de uma pessoa madura são,
quase sempre, exequíveis. Contenta-se com o que tem,
ajusta-se dentro do próprio orçamento, não gasta mais

do que ganha e faz algumas renúncias (de forma serena)
em prol de seu núcleo familiar ou de alguma causa que
resulte no bem comum.
A pessoa madura se despoja dos melindres, se despe
dos preconceitos, deixa de ser reativa para ser pró-ativa.
Aprende a gostar da própra companhia, torna-se a melhor
amiga de si mesma, dando ao próprio "eu" os contornos
do equilíbrio.

Conhece seus pontos fortes e fracos, sabe que não tem
todas as respostas nem é dona da verdade, mas mantém
um código secreto de verdades e valores próprios que lhe
permitem nortear-se, de forma positiva, pelas diversas
circunstâncias da vida.

A pessoa madura não aparenta ser. Ela é! Ela é alguém
que fez um "clean-up", passou o "desfragmentador" no

seu "disco rígido" e deu "del" em centenas de arquivos
inúteis que atravancavam e emperravam o livre fluxo da

própria existência.
Ela é alguém que está em paz consigo mesma.”
(autor desconhecido)
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